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Hidroterapia e seus beneficios

Hidroterapia e seus benefícios

A reabilitação no meio aquático permite obter muitas vantagens e benefícios do aluno, quer ao nível da redução de peso e articulações, quer nos efeitos fisiológicos associados ao sistema cardiorrespiratório e renal com a imersão do corpo na piscina como recurso de reabilitação ou prevenção de futuras patologias. As propriedades físicas da água e a sua temperatura desempenham um papel importante na melhoria e manutenção da amplitude da mobilidade articular, reduzindo a tensão muscular e o relaxamento, é também percetível que o exercício se torna mais fácil que no solo, com conforto que possibilita o aluno criar maior confiança na execução do movimento. Exercícios realizados num ambiente aquático podem beneficiar dos efeitos estimulantes da água, mas também podem ajudar a fortalecer o corpo por meio dos efeitos preventivos da água. O exercício forte num aluno semi-submerso depende do princípio físico da pressão hidrostática (quanto maior a imersão, maior a redução do peso, portanto, menor o “stress” nas diferentes articulações), que permite fazer uma resistência e movimento multidirecional constante. Essa resistência aumenta com a força exercida contra ela, o efeito estimulante ajuda as articulações rígidas a se moverem mais com menos desconforto. A hidroterapia traz muitos benefícios, incluindo a recuperação de lesões como: entorses, condição pós-operatória, períodos de reabilitação pós-fratura e pós-imobilização, melhora do membro, redução de espasmos musculares, estimulação do relaxamento, coleta precoce para retomada das atividades, aumento do exercício sem dor e reabilitação precoce da recuperação e melhora da resistência. O exercício na água durante a gravidez tem muitos benefícios fisiológicos: aumenta a concentração de líquido amniótico, permite a produção de ácido lático, aumenta a temperatura durante o trabalho de parto, reduz a retenção de água e promove o relaxamento completo de maneira fácil. Beneficiando-se do reduzido trabalho da gravidade na água, é mais fácil e confortável para a gestante sustentar o seu peso nestas condições, realizando assim a atividade com maior liberdade, elevando o consumo de energia da gestante e ajudando na redução de urina libertada durante esforços. Com tudo deve ter em atenção alguns cuidados, entrada e saída pela escada. A hidroterapia pode ser aplicada como uma ferramenta útil no processo de recuperação em atletas de competição, por ser segura, rápida e eficaz. Por permitir mais liberdade na execução do movimento e ter menos impacto nas articulações, a hidroterapia costuma ser o primeiro socorro que os médicos prestam aos atletas que estão gravemente lesionados ou em risco. Além disso, o tratamento com água também terá um efeito positivo no ganho ou pelo menos na manutenção da força física, o que será muito importante na redução do impacto das lesões e do desempenho, principalmente até quando o atleta se encontrar apto a retomar os treinos. Diogo Silva(Estagiário Profissional)- Solinca Dragão

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Gestante Vegetariana Vegana micronutrientes vitaminas

Gestante Vegetariana e Vegana – micronutrientes, vitaminas

Quais são as vitaminas importantes na gestação? Ácido Fólico Na gestação, além da relação do risco de malformações na medula espinhal e cérebro do bebé e problemas na gestação, como pré-eclâmpsia e o parto prematuro, o ácido fólico tem um papel fundamental no processo de multiplicação celular sendo, portanto, imprescindível durante a gravidez. O folato interfere com o aumento dos eritrócitos, o alargamento do útero e o crescimento da placenta e do feto. Segundo a WHO, as recomendações no período pré-concepcional (um mês antes de engravidar), é de 400mcg de metilfolato (forma ativa do ácido fólico) até o terceiro mês de gestação. Esta dose é capaz de reduzir até 75% das complicações fetais, como a malformação do tubo neural. Previne casos de anencefalia, paralisia de membros inferiores, incontinência urinária e intestinal nos bebés, além dos diferentes graus de atraso mental e de dificuldades de aprendizagem escolar. Existem recomendações da suplementação de ácido fólico 3 meses antes de engravidar. É importante sublinhar que o álcool inibe a absorção de ácido fólico, pelo que não é recomendado a sua ingestão durante este período. Alimentos ricos em Ácido Fólico: lentilhas, feijões, brócolos, ervilha, abacate, espinafre, amendoim, espargos, couve, quiabo e sementes de girassol. Vitamina C Esta vitamina é importante durante a gestação, uma vez que facilita a absorção do ferro – fundamental para a saúde da mãe do bebé. Auxilia na cicatrização dos tecidos e possui ação antioxidante. A falta desta vitamina está associada à pré-eclâmpsia, ao parto prematuro e deficiências do sistema cognitivo do feto. Alimentos ricos em Vitamina C: limão, laranja, caju, kiwi, manga, abacaxi, bagas de goji, melão, tangerina, couve, couve, brócolos, pimentão amarelo. Vitamina D A vitamina D2, ergocalciferol, de origem vegetal, é formada a partir do ergosterol, esterol, encontrado nas membranas celulares dos fungos. Já a vitamina D3, colecalciferol, é normalmente extraída da lã das ovelhas (lanolina) ou de outras partes dos animais. Atualmente já é possível obter vitamina D3 vegana, à base de líquens (comunidades simbióticas constituídas por fungos e algas). Estudos demonstram que a vitamina D2 pode ser efetiva no tratamento dos bebés e crianças, com baixos níveis de vitamina D. Crianças com raquitismo, indicaram que ambas as formas de vitamina D foram equivalentes no tratamento. Há também estudos em que a suplementação de vitamina D3 aumenta de forma mais eficiente os níveis de vitamina D total do que a vitamina D2. Os níveis de vitamina D estão associados à ingestão materna e à exposição solar, contudo a sua suplementação é aconselhada desde o nascimento para todas as crianças vegetarianas ou não (AAP). Para saber se a gestante está com os níveis de vitamina D bons, no hemograma o ideal é que o valor esteja acima de 40. Caso esta abaixo, o profissional de saúde poderá aconselhar até 4000UI por dia na forma de vitamina D3 vegana. Serviço de Nutrição Solinca

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Lasanha vegetariana

Lasanha vegetariana

É vegetariano e já não tem ideias do que cozinhar para as suas refeições principais? Dê uma olhadela à receita que se segue e delicie-se! Ingredientes para 3 pessoas: 2 placas de lasanha; 300g de espinafres 50g de cogumelos laminados 1 cenoura média ½ cebola 1 requeijão light 1 dente de alho 1 colher de sopa de azeite 50g de queijo mozarela ralado 200 ml de leite meio gordo 1 colher de sopa rasa de farinha tipo Maizena Sal qb Noz moscada qb Orégãos qb Preparação: Pré-aquecer o forno a 180ºC; Retirar a casca às cenouras e cortar aos cubos. Cortar a cebola em meias luas fininhas e picar o dente de alho. Cortar os espinafres; Colocar a cebola e o alho numa frigideira com o azeite e deixar refogar; Adicionar os cogumelos e a cenoura aos cubos. Deixar cozinhar durante uns minutos, mexendo sempre. Juntar os espinafres e o requeijão, envolvendo à mistura anterior e deixar cozinhar a lume brando por 5 min; Preparar o “bechamel”: colocar o leite e a Maizena num tacho, temperar com sal e noz moscada e mexer até obter o ponto; Num tabuleiro, colocar por baixo o bechamel, de seguida a placa de lasanha e por cima a mistura de requeijão, espinafres, cogumelos e cenoura; Repetir o processo uma vez, e na última camada cobrir com o bechamel e o queijo mozarela; Levar ao forno por 30 min até alourar; Polvilhar com orégãos secos e servir. Informação nutricional (lasanha inteira) Calorias (Kcal) 907 Gordura (g) 38,1       Saturada (g) 20,4 Hidratos de Carbono (g) 72,2         Açúcares (g) 26,3         Fibra (g) 15,2 Proteína (g) 60,8 Sal (g) 3,8 Nutricionista Solinca Classic Beatriz Costa (4898N)

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